Infinity and Voracity of Lists in John Milton’s Paradise Lost / Infinidade e voracidade das listas em Paradise Lost de John Milton

Luiz Fernando Ferreira Sá, Mayra Helena Alves Olalquiaga

Resumo


Abstract: Taking a cue from Stanley Fish, the focus of this essay will be on the forms of “intangling” that read as a play of captivity and unboundedness, two apparently opposed notions that, nevertheless, underpin Milton’s poetics. What we propose to look at here is how these terms are effected in the literary lists, inventories, catalogues and accumulations Milton consistently explores in Paradise Lost. More specifically, this essay argues that the paradoxes of, and possible antidotes to, captivity that we see operating in the lists in Paradise Lost are staged in a treatment that lends them the quality of being at once infinite and voracious, thus a tentative antidote to (something that relieves, prevents, or counteracts, as an antidote to boredom) captivity.

Keywords: lists; Paradise Lost; Milton.

Resumo: Tomando uma sugestão de Stanley Fish, o foco deste artigo cairá sobre as formas de “emaranhamento” que lêem como um jogo de clausura e um estado de liberdade ilimitada, duas noções aparentemente opostas que, no entanto, sustentam a poética miltoniana. O que propomos estudar aqui é a forma como esses termos são postos em prática nas listas literárias, inventários, catálogos e acumulações encontradas no poema épico Paradise Lost. Mais especificamente, este artigo sustenta que os paradoxos do cativeiro e antídotos ao cativeiro que vemos operando nas listas de Paradise Lost são encenadas em um tratamento que lhes empresta a qualidade de ser ao mesmo tempo infinitas e vorazes.

Palavras-chave: listas; Paraíso Perdido; Milton.


Palavras-chave


lists; Paradise Lost; Milton.

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Referências


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DOI: http://dx.doi.org/10.17851/2317-2096.25.3.97-112

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