Rastros e restos

Maria Angélica Melendi

Resumo


La ficción proustiana es un ejemplo claro de narrativa pos-fotográfica, no sólo por sus imágenes detalladas y nítidas, sus closes cerrados, si no también por el uso repetido de metáforas y comparaciones con el fotógrafo o la fotografia. La intención de este trabajo es tratar de anatizar cómo la fotografia, una técnica relativamente nueva en el tiempo de Proust, es percibida por el autor a través dei habla de los personajes y dei propio narrador. En esta reflexión preténdese abordar algunos de los usos sociales de la fotografia en el final dei XIX: la fotografia como arte, la reproducción fotográfica de obras de arte, el retrato, la fotografia de paisajes, y el carácter espécifico de la imagen fotográfica como generadora de reminicencias.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17851/2317-2096.3.0.123-146

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ISSN 1679-3749 (impressa) / ISSN 2317-2096 (eletrônica)

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