Jorge Amado, Exílio e Literatura

Eduardo Assis Duarte

Resumo


Além de recuperar elementos da biografia de Jorge Amado como escritor militante do Partido Comunista Brasileiro, em especial no tocante à sua atuação política e cultural em outros países, nos períodos em que viveu como exilado (1941-1942 e 1948-1952), o artigo objetiva refletir sobre a especificidade da condição de expatriado e, ao mesmo tempo, de compagnon de route e personalidade do movimento comunista internacional. Em paralelo, estabelece relações entre esta condição e a recepção da obra amadiana no exterior.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17851/2317-2096.9.0.226-236

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Aletria: Revista de Estudos de Literatura
ISSN 1679-3749 (impressa) / ISSN 2317-2096 (eletrônica)

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