FuLiA / UFMG

Notícias

 

Revista sobre Futebol, Linguagem, Artes e outros Esportes

 

Este periódico eletrônico de fluxo contínuo, quadrimestral, tem o objetivo de atender às demandas crescentes de publicações de pesquisas sobre o esporte relacionadas aos estudos da linguagem e cultura, das ciências humanas, artes e mídias e do lazer.

A FuLiA / UFMG aceita submissões, preferencialmente de doutores, de artigos e ensaios para as seções Dossiê e Paralelas, além de textos para as seções Resenha, Entrevista e Tradução/Edição.

A revista conta ainda com a seção Poética, sob a responsabilidade dos editores, que pretende publicar áudios, imagens, vídeos e textos artísticos em diálogo com o dossiê temático. 

Serão aceitos textos em português, espanhol, inglês, francês, italiano e alemão

A revista está vinculada ao Núcleo de Estudos sobre Futebol, Linguagem e Artes (FULIA), fundado em 2010 na Faculdade de Letras da UFMG.

 

 
Publicado: 2019-02-09
 

CHAMADA v. 4, n. 2 (2019): submissão até 08 de março de 2019.

 


FUTEBOL E MULHERES

Imagem: Daniel Kfouri (cedida para o Guerreiras Project).

 

É muito comum em nosso cotidiano referirmos o Brasil como país do futebol. No entanto, uma parte dessa história ficou esquecida. Por quase quatro décadas, as mulheres foram oficialmente proibidas de jogar bola (1941-1979) e a regulamentação do futebol feminino aconteceu apenas no ano de 1983. Tal interdição retardou o desenvolvimento da modalidade cujas consequências ainda hoje se fazem notar tais como a falta de profissionalização, visibilidade e reconhecimento. O dossiê Futebol e Mulheres pretende reunir textos que analisam a presença das mulheres no futebol em suas diferentes manifestações (rendimento, lazer, escolar, artística, etc.) e ocupações (jogadoras, árbitras, técnicas, torcedoras, escritoras, artistas, jornalistas, gestoras, etc.). Pretende, ainda, evidenciar que apesar das dificuldades encontradas, as mulheres se fazem presentes neste esporte e por meio dele exercem atividades profissionais, de lazer, de sociabilidade, de educação e de empoderamento.

 

Organizadora: Silvana Vilodre Goellner (Escola Superior de Educação Física, Departamento de Desportos - UFRGS).

 

 
Publicado: 2019-02-09
 

CHAMADA v. 4, n. 3 (2019): submissão até 01 de agosto de 2019.

 


ESTÁDIOS DE FUTEBOL: POLÍTICAS E USOS

Imagem: https://www.gazetapress.com/.

 

Do que estamos falando quando o assunto é estádios de futebol? No plano operacional e urbanístico, um edifício especificamente erigido para acolher espetáculos visando grandes audiências, dotado de expressiva centralidade física e simbólica. Mas também espaço vivido e lugar de referência, alimentando o sentido de pertencimento e a constante fabricação de identidades grupais. Estádios são memória acumulada, vivida coletivamente.

Subvertendo sua funcionalidade precípua, as camadas populares se apropriaram historicamente do equipamento, reinventando-o. O rico movimento de apropriação do estádio faz dele um espaço-tempo singular na reprodução social da cidade.

Todavia, o estádio contemporâneo se vê crescentemente submetido aos implacáveis princípios do gerenciamento técnico-empresarial, promovendo exclusão dos mais pobres e reduzindo sua potência criativa. O Brasil possui quase oitocentos estádios, universo dotado de imensa heterogeneidade contida nos mais variados aspectos: arquitetônico (porte físico, formato e capacidade de público), locacional, econômico, funcional e simbólico. E persistem muitos estádios à margem do processo de “arenização”.

O dossiê Estádios de Futebol: políticas e usos pretende reunir reflexões de pesquisadores em torno deste equipamento, seus usos, formas e significados. Um espaço em constante disputa: em construção.

 

Organizador: Gilmar Mascarenhas (Instituto de Geografia - UERJ).

 

 
Publicado: 2019-02-09
 

CHAMADA v. 5, n. 1 (2020): submissão até 01 de março de 2020.

 


NAÇÃO E GÊNERO NOS ESPORTES E SUAS REPRESENTAÇÕES NAS ARTES E CIÊNCIAS HUMANAS NO BRASIL E EM MOÇAMBIQUE

Imagem: Selos de Moçambique (Web).

 

O esporte foi e ainda é uma questão política num sentido positivo e negativo. A sua profissionalização nas primeiras décadas do século XX fez com que certas barreiras de classe, gênero e “raça” se rompessem, funcionando como um instrumento de protesto e de resistência política. Regimes autoritários, geralmente, não mediram esforços em instrumentalizar e ideologizar a prática esportiva, quase sempre por um viés “masculino”.

Sendo assim, desde o surgimento da era moderna do esporte (1896), os comitês responsáveis vêm se orientando pela nacionalidade e pelo gênero dos(as) atletas para organizarem suas competições, como se a divisão entre países, homens e mulheres fosse algo “natural”.

Ao enfocar o universo moçambicano e brasileiro, marcado por intenso entusiasmo pelos desportos, surgem movimentos muito interessantes sobre as narrativas de gênero, nação, sociedade e cultura, evidenciadas pelas representações nos campos da linguagem, da cultura popular, da mídia e das artes e ciências humanas, onde os “jogos de poder” igualmente se manifestam e se digladiam.

Serão bem-vindas contribuições de estudos que reflitam sobre a relação entre nacionalidade e gênero no esporte, bem como suas representações, a partir de uma perspectiva específica e interdisciplinar – culturalista, linguística e social.

 

Coorganizador(es): Gustavo Cerqueira Guimarães [et al].

 

 
Publicado: 2019-02-09
 

CHAMADA v. 5, n. 2 (2020): submissão até 15 de julho de 2020.

 


(AUTO)BIOGRAFIAS DO MUNDO DO FUTEBOL (título provisório)

Imagem: FuLiA / UFMG.

 

Chamada em elaboração.

 

Coorganizadores: Elcio Cornelsen (Faculdade de Letras - UFMG); Francisco Pinheiro (Universidade de Coimbra); Marcelino Rodrigues da Silva (Faculdade de Letras - UFMG).

 

 
Publicado: 2019-02-09
 

CHAMADA v. 5, n. 4, Edição Especial (2020): submissão até 13 de abril de 2020.

 


MANIFESTAÇÕES POPULARES: CARNAVAL E FUTEBOL (título provisório)

Imagem: Amaury Veloso (blog).

 

Chamada em elaboração.

 

Coorganizadores: Bernardo Borges Buarque de Hollanda (Escola de Ciências Sociais - FGV); Gustavo Cerqueira Guimarães (FULIA - UFMG).

 

 
Publicado: 2019-02-09
 
Outras notícias...

v. 3, n. 2 (2018): Sobre Copas do Mundo...


Capa da revista

Organizadores: Gustavo Cerqueira Guimarães (Faculdade de Letras - UFMG); Marcus Vinícius Costa Lage (FAFICH/História - UFMG); Thiago Carlos Costa (EEFFTO/Estudos do Lazer - UFMG)

Imagem: Duke (Brasil)