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Em Tese
ISSN 1415-594X (impressa) / ISSN 1982-0739 (eletrônica)
Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.
Roberta Veiga
http://lattes.cnpq.br/4890490493310121
UFMG
Brasil
Doutora em Comunicação (2008), com a tese intitulada "A estética do confinamento: o dispositivo no cinema contemporâneo" e mestre em Comunicação (1998) pela UFMG. É Professora Adjunta do Departamento de Comunicação Social da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas e do PPGCOM (Programa de Pós-Graduação) da mesma instituição, a Universidade Federal de Minas Gerais (FAFICH-UFMG),onde leciona disciplinas ligadas às teorias da imagem, cinema, estética e política, e metodologia de pesquisa. Criou as disciplinas Cinema e Feminismo para o curso de graduação (2017) e Estéticas Feministas na pós-graduação (2018), pelas quais é responsável. Foi pesquisadora visitante na University of Texas at Austin, onde e e lecionou a disciplina "Brazilian Cinema and Marginality: a comparison of documentary and fiction films" no Radio-Television-Film Departament. (2010-2012). É coordenadora do Grupo Póeticas Femininas, Políticas Feministas (PPGCOM-UFMG/Cnpq), onde pesquisa escritas de si femininas, formas de maternidade no cinema, e as potencias e riscos do da abordagem analítica feminista do cinema. É integrante também do grupo Poéticas da Experiência onde desenvolveu a pesquisa "A escrita de si nas imagens: cinema, história e espetáculo" (finalizada em 2017). É editora da revista Devires - Cinema e Humanidades (publicação da UFMG) e consultora acadêmica do Forumdoc (Festival do Filme Documentário e Etnográfico); Coordenadora do GT Estudo de Cinema Fotografia e audiovisual, pesquisadora e coordenadora do ST - Cinemas mundiais entre mulheres: feminismos contemporâneos em perspectiva da SOCINE - Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audivisual (secretária acadêmica). Tradutora do livro Nothing Happens: Chantal Akerman?s Hyperrealist Everyday, de Ivone Margulies, autora de vários artigos em revistas sobre o tema ?cinema e escritas de si no feminino: o pessoal é político?, e de capítulos nos livros Feminismo e Plural: mulheres no cinema brasileiro (2017) e Mulheres de Cinema (2019).
Eduardo Azevedo Medeiros
http://lattes.cnpq.br/0758939481755720
UFMG
Brasil
estrando em Comunicação Social pelo PPGCOM da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), graduado arquiteto e urbanista pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), foi pesquisador acadêmico no grupo de pesquisa em design e arte digital Algo+Ritmo. Tem experiência na área de artes Visuais, design, arquitetura e urbanismo, com ênfase em estética, história e filosofia da arte. Estudou temas como a ficção e a especulação dentro do campo do design e a relação entre a produção do espaço urbano e a reprodução de subjetividade. Atualmente, no mestrado, faz parte da linha de pesquisa de Pragmáticas de Imagem onde se dedica ao estudo de temáticas como a filosofia da imagem e o filme-ensaio. Apesar de sua formação, trabalha como artista visual, quadrinista, designer e realizador audiovisual, tendo publicado quadrinhos autorais, participado de exposições em eventos e galerias e realizado curtas-metragens animados e live-action.
Em Tese
ISSN 1415-594X (impressa) / ISSN 1982-0739 (eletrônica)
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